A sua pesquisa
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Pensar os elementos que compõem uma Psicologia Decolonial perpassa pela compreensão dos engendramentos políticos, sociais, culturais, epistemológicos, práticos e éticos da Psicologia enquanto Ciência e Profissão. Engendramentos ruidosos, escancarados de tão explícitos, enquanto projeto de silenciamento dos modos de ser, pensar, sentir, agir e viver. Nesta pesquisa, se busca compreender como o Pensamento Decolonial pode contribuir para uma formação decolonizadora na Psicologia. Para responder a esse questionamento, foi definido como objetivo geral analisar as contribuições do Pensamento Decolonial à Psicologia para uma formação decolonizadora. Três objetivos específicos foram elencados para orientação da pesquisa: a) identificar as origens epistemológicas que estruturam a formação em Psicologia no Brasil; b) traçar os percursos do Pensamento Decolonial e suas aproximações com uma Psicologia ética, crítica e política; c) propor elementos decolonizadores à formação acadêmica, por meio de uma Psicologia Decolonial. Em termos metodológicos, a pesquisa assume o caráter qualitativo das pesquisas bibliográficas. As análises consideram as contribuições da perspectiva decolonial e, por este motivo, compreendem a necessidade de atentar para o caráter intercultural, interdisciplinar e dialógico entre os saberes hegemônicos e os subalternizados. Recorre-se à “Análise de Discurso Crítica” (ADC), um método de análise em pesquisas qualitativas, no qual não há uma única perspectiva discursiva, mas uma heterogeneidade de elementos em diálogo permanente. São discutidas nessa pesquisa, as origens epistemológicas da Psicologia no Brasil, com a importação de saberes e discursos hegemônicos oriundos da Europa e Estados Unidos, por uma certa elite social, com vista a construir uma sociedade modelo e padrão. As discussões acerca do percurso histórico da Psicologia enquanto ciência autônoma, com forte influência do positivismo e a regulamentação da profissão, ganham espaço à medida que se problematiza os fundamentos que alicerçam sua práxis. Os principais conceitos do Pensamento Decolonial, protagonizam um diálogo Norte-Sul e Sul-Sul, com perspectiva libertadora da hegemônica construção dos conhecimentos. As análises das publicações em diálogo com a perspectiva decolonial e a Psicologia, seu compromisso ético, crítico e político, apresentam proposições possíveis à formação profissional da psicóloga e do psicólogo. Nesse sentido, um fazer consequente, consciente e potente de uma prática implicada na transformação e não apenas na teorização vazia e distante das realidades locais.
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Este trabalho tem como objetivo conhecer e discutir a contribuição teórica de quatro intelectuais negras brasileiras para a construção de uma Psicologia Brasileira antirracista. Desenvolvo uma reflexão crítica para demarcar a existência e a possibilidade da produção de uma Psicologia Antirracista a partir das intelectuais Virgínia Leone Bicudo, Neusa Santos Souza, Isildinha Baptista Nogueira e Maria Aparecida Silva Bento. Acredito que recuperar as ideias destas intelectuais negras implica descobrir, reinterpretar e ressignificar a história da Psicologia brasileira, bem como refletir sobre as contribuições teóricas destas autoras e sobre o modo como foi construída uma política de circulação de determinados conhecimentos em detrimento de outros conhecimentos, política esta que passa a operar em direção do projeto de epistemicídio. Do mesmo modo, discuto sobre a importância de entendermos o quanto a colonialidade do poder se estrutura como uma matriz de inteligibilidade social, cultural e epistemológica, onde se consolidou no desenvolvimento das Ciências Humanas e, sobretudo, na Psicologia. Além disso, articulo, com reflexões e análises sobre os atravessamentos que as obras destas intelectuais negras brasileiras produziram em mim, por meio das escrevivências das minhas experiências enquanto psicólogo, professor e corpo negro. Desta maneira, relaciono as minhas reflexões, bem como as minhas vivências com a produção teórica das autoras, para se pensar sobre a emergência da construção de uma Psicologia Brasileira Antirracista, rompendo com a produção de um saber e de uma Psicologia que corrobore olhares dicotômicos, americo-eurocêntricos, haja vista que romper com as matrizes colonialistas e lógicas maniqueístas é poder fazer, existir e sonhar dentro deste sistema que nos sucumbe a todo o momento. Por fim, através do escreviver, me coloco como sujeito autor testemunhando uma Psicologia no qual o étnico-racial não seja apenas um elemento pontual e subalterno, mas que se faz presente no hoje, no amanhã e no sempre. Com isto, fazendo uso da produção intelectual destas quatros mulheres negras, a voz que se ergue está carregada de denúncia, de política, de raiva, de ódio, mas, também, de amor, afeto, desejo e esperança. É uma narrativa que cria. Que almeja a invenção e de produções de utopias possíveis.
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Os profissionais praticantes da Psicologia então adjetivada Industrial, eram destinados a um conjunto de práticas para atração, identificação e análise dos comportamentos humanos que as definem como processos de Recrutamento & Seleção (R&S) de trabalhadores. Posteriormente, pesquisas mostraram a expansão da atuação na área para além das indústrias, contemplando empresas de setores diversos. A expansão agregou outras práticas como planejamento e acompanhamento de processos para promoção de saúde e segurança do trabalhador. As pesquisas da história da Psicologia no âmbito das empresas no Brasil mostram que esta diversidade de práticas foi, com o tempo, ganhando impulso e credibilidade sendo denominada Psicologia organizacional e do trabalho (POT). No estado do Espírito Santo (ES), o processo de industrialização ocorrido na década de 1960 inaugurou um amplo mercado de trabalho para estes profissionais nas décadas subsequentes, possibilitando criação, incorporação e consolidação de práticas culturais em uma história que até então não tinha sido contada. Esta tese conta uma parte dessa história e se circunscreve concomitantemente na área de atuação denominada POT, na história da Psicologia e na análise comportamental da cultura. O objetivo geral foi identificar, descrever e compreender as práticas culturais da área, seus agentes e como tais práticas foram aplicadas em algumas organizações do ES no período compreendido entre 1980 e 2010. Ela está dividida em três estudos, seus objetivos específicos, que têm como objetos: 1. Práticas culturais no estabelecimento da POT em empresas no Espírito Santo; 2. Práticas culturais de psicólogos empresários prestadores de serviço a empresas do Espírito Santo; 3. Práticas culturais da POT: Percepções dos trabalhadores de empresas do Espírito Santo. Foram participantes 38 psicólogos e 196 trabalhadores. Os dados foram fornecidos pelos participantes por meio das entrevistas semiestruturadas e questionários. Os dados qualitativos foram submetidos ao IRAMUTEQ gerando classes de relatos verbais que foram analisadas por fragmentos das narrativas e esquemas de contingências e metacontingências. Dados quantitativos foram submetidos a análise estatística descritiva e inferencial com o auxílio do software SPSS. O Estudo 1 gerou uma parte da história que agregará valor à Psicologia no Espírito Santo. As primeiras praticantes da POT adaptaram e sistematizaram manuais e políticas para (R&S), Treinamento & Desenvolvimento (T&D) e outros. Destacou-se também por meio das narrativas a importância de entender o quanto o ser humano está entrelaçado a outras vozes e, sobretudo, propor projetos a partir da estratégia das empresas, visando a integridade e o desenvolvimento do trabalhador. O Estudo 2 indicou que empresas prestadoras de serviços da POT podem ser rentáveis, mesmo ofertando apenas os produtos: R&S e T&D. Os dados indicaram a necessidade de investimento em formação sobre compreensão do mercado, visão de negócios e postura proativa no que tange a gestão empresarial. Por fim, o Estudo 3 trouxe a percepção dos trabalhadores de funções e setores diversos sobre as práticas inerentes aos subsistemas R & S e T&D. Os trabalhadores evidenciaram a importância de os praticantes da POT aperfeiçoarem suas práticas em R&S, no que concerne a fatores como, por exemplo, acolhimento e condução nos processos de seleção. Tais fatores, se bem trabalhados, possibilitam o entendimento do quanto são essenciais na consecução de tais práticas culturais. Embora os trabalhadores tenham considerado o T&D importante, relataram que a proposta, relevância e como impacta nos resultados não é clara. Nesse sentido, entende-se que os profissionais da POT podem, além de viabilizar o treinamento, declarar objetivamente a intenção e aplicação do saber convertidos em resultados.
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Freud é frequentemente apontado como figura responsável pela “descoberta” ou “criação” do Inconsciente. Debruçando-se sobre o status questione da psicologia e filosofia no desenrolar e precedentes do século XIX nos países germanófonos, percebese que a questão do inconsciente é premente no interior de certos debates. O presente trabalho pretende estabelecer revisão bibliográfica panorâmica sobre os modos em que oconceito de inconsciente era utilizado nesse período, apontando diversas tradições nas quais o aparecimento da noção de inconsciente surge com propósitos distintos. A partir disso discute-se a noção de inconsciente em Freud, aspectos de sua concepção de ciência e o modo no qual sua obra se insere nesse contexto mais amplo, anterior, de discussão acerca do inconsciente. Identifica-se que a noção de inconsciente que perpassa as discussões no século XIX alemão são um desenvolvimento filosófico da polêmica entre determinismo e liberdade, com o inconsciente assumindo uma dessas duas posições: a de garantir a possibilidade de uma ciência determinista da psique ou a de garantir as condições de possibilidade para se afirmar a autonomia do sujeito. O presente trabalho analisa a teorização freudiana sobre o inconsciente, tendo esse contexto como panorama. Acreditamos ser importante para se discutir o lugar de Freud na história do desenvolvimento do conceito de inconsciente e o papel que este desempenha em sua obra
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O presente trabalho tem como objeto de pesquisa a Casa do Índio, instituição criada em 1968, pela Fundação Nacional do Índio (Funai), localizada na Ilha do Governador, no Estado do Rio de Janeiro, com a finalidade de acolher indígenas que buscavam tratamento de saúde e apresentavam algum tipo de transtorno mental. A referida Casa foi a primeira de, aproximadamente, quarenta instituições para acolhimento dos indígenas, organizadas no período da ditadura militar no Brasil, vindo, posteriormente, a serem readequadas como Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casais), através da Portaria nº 1.801/2015, passando a compor o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena organizado a partir da lei nº 9.836 de 1999. Atualmente, existem espalhados pelo território brasileiro cerca de 66 Casais, sendo que no período da ditadura foram organizadas mais de 30 Casas do Índio. O objetivo da pesquisa é analisar como a Casa do Índio através da liderança de sua fundadora, a funcionária da Funai Eunice Cariry, se constituiu como um espaço de controle psicossocial de indígenas no período da ditadura empresarial-militar. Considera-se que a pesquisa sobre a Casa do Índio se configura no campo da Psicologia Social, visto que o referido lugar se desvela como um dispositivo onde indígenas, que se dirigiam à cidade, eram abrigados, esquadrinhados, classificados e capturados em uma trama de controle. A Casa do Índio na Ilha do Governador constitui, pois, um espaço importante também para a história da psicologia, visto ser organizada como um recinto de controle das condutas de indígenas no referido período. A perspectiva teórico-metodológica do presente trabalho está inserido no campo da historiografia, mais especificamente de uma história local, feita através da história dos dispositivos de controle psicossocial de índios. Em especial através dos referenciais metodológicos de Michel de Certeau e Kurt Danziger, que permitem considerar os riscos que interditam certos objetos de pesquisa, bem como apontam os caminhos para perceber sobre a formação de uma história da psicologia local e contra-hegemônica A Casa do Índio tem sido um espaço ignorado pela história oficial enquanto local em que uma página acinzentada dos saberes psi foi escrita e continua viva, pois se mantém em pleno funcionamento em uma limbo jurídico entre a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Secretaria Especial da Saúde Indígena (SESAI) e a fundadora da Casa, Eunice Cariry, em função desta questão o marco temporal da pesquisa é o ano de 1968 quando a instituição foi criada até os desdobramentos de sua transferência da Funai para a SESAI através da Lei. A pesquisa teve como principais fontes os documentos encontrados tanto através dos registros na imprensa, utilizando para esta finalidade a Hemeroteca Digital Brasileira, mas foi feito uso também dos documentos encontrados no Serviço de Gestão Documental da Funai ( Sedoc) em Brasília que arquiva documentos desde a criação da Funai em 1976. Considerando que Eunice Cariry foi uma personagem chave na criação da instituição, uma visita foi realizada na Casa do Índio para entrevista-la e conhecer a Casa. A análise empreendida sobre este espaço destinado ao asilamento de indígenas permitiu verificar história da psicologia na Casa do Índio e história da Casa do Índio na psicologia, visto que a relação entre índios e a psicologia tem se desenhado em contornos mais amplos do que apresentados pelos relatos oficiais.
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Este trabalho tem, como objetivo, descrever e analisar as produções e os conhecimentos de Enfermagem que circularam na revista Annaes de Enfermagem, entre 1932 e 1988, bem assim suas interfaces com os saberes Psi. Para isso, utilizamos, como fonte primária, textos que circularam na Revista Annaes de Enfermagem, no período selecionado. O recorte temporal se justifica, pois 1932 foi o ano de circulação do primeiro fascículo e 1988 foi o ano de implantação do SUS. A pesquisa se insere no campo da História das Ciências, na interlocução com a História da Enfermagem e a História da Psicologia à luz dos conceitos “estilo de pensamento” e “coletivo de pensamento”. Metodologicamente, é uma pesquisa historiográfica de cunho bibliométrico, cujas fontes primárias foram textos da referida revista, analisados de maneira mista: quantitativa e qualitativamente. Os resultados indicaram um número expressivo de publicações por autores anônimos; a predominância de autoria feminina; a relativa conexão entre as carreiras e as atuações das autoras e suas relações com a produção circulante nos Annaes; um espaço exclusivo para enfermeiras diplomadas socializarem suas produções e um esforço de definição da profissão. As produções cumpriram a função de dar visibilidade à Enfermagem brasileira considerada moderna, ou seja, profissionalizada pelas escolas. Os Saberes Psi eram objetos de interesse daquele coletivo, que passou a divulgá-lo, no periódico, e a introduzi-lo nos currículos das Escolas de Enfermagem. Foram apropriados para compor o processo de conformação da enfermeira moderna por, pelo menos, três mecanismos, a saber: (1) o ensino de Psicologia voltado para a formação moral e comportamental da enfermeira; (2) o ensino de Psicologia para a capacitação da enfermeira na assistência ao doente, além da saúde do corpo, i.e., um cuidado social e psíquico e (3) o ensino de Psiquiatria para capacitar a enfermeira no cuidado com o doente mental. O interesse, nesse campo, foi ao encontro do estilo de pensamento Nightingaleano de formação da enfermeira considerada ideal para confluir com a conformação à Enfermagem moderna brasileira.
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Nesta investigação, a compreensão da trajetória de Waldir dos Santos Costa passou pelas instituições que contribuíram para sua formação como psicólogo e por seus espaços de atuação, ao implantar os primeiros serviços de Psicologia do Amazonas e se dedicar a favor da regulamentação da profissão neste estado, durante o período de 1973 a 2018, enquanto assumiu a gestão de instituições, exerceu o magistério e liderou movimentos associativos. Trata-se de um estudo biográfico, do qual as narrativas deste sujeito e de sua rede de sociabilidade foram fontes privilegiadas de pesquisa. Para interrogar os depoimentos e documentos garimpados em arquivos pessoais e várias instituições de guarda, buscamos pistas de sua presença profissional, acadêmica e de organização dos psicólogos da cidade de Manaus. Munidos deste material, recorremos a Halbwachs (2003), Bosi (2004) e Kotre (1997), por suas contribuições à compreensão da memória; Bourdieu (2006, 2010) e Certeau (2017), com o entendimento da construção de um campo de atuação e da história; Sirinelli (2006), em relação à concepção de geração; Alberti (2013, 2019), para a apreensão das narrativas, dentre outros autores. A arquitetura da tese contempla cinco capítulos, em que são interpretados dos aspectos de sua formação ao legado deixado por Waldir dos Santos Costa em sua rede de sociabilidade intelectual. O presente trabalho pretende contribuir para a preservação da memória deste protagonista e, sobretudo, para o conhecimento da história da Psicologia no Amazonas, ainda insuficiente em sua historiografia, que tem priorizado outros temas, objetos e regiões do país.
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Os pesquisadores Ana Teresa Venancio e Allister Dias se cercaram de um grupo seleto e muito rico de especialistas para levar a cabo um de esses trabalhos específicos e concretos. Esta história do Hospital Nacional de Alienados (anteriormente Hospício de Pedro II), assim como trabalhos prévios de alguns dos autores participantes, situa-se em uma linha de investigação com repercussão internacional. Como os próprios coordenadores do livro indicam, a emblemática instituição brasileira já tem sido objeto de numerosos estudos, mas, neste caso, as contribuições tanto metodológicas como de conteúdo fazem deste livro coletivo um produto novo e original.
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A realização do CensoPsi foi um compromisso assumido pela atual gestão do XVIII Plenário, estando prevista na plataforma da chapa e no nosso planejamento estratégico. Ele se insere nos marcos comemorativos dos 60 anos de regulamentação da nossa profissão e, assim, oferece mais do que simples dados, reflexões cruciais para compreender a nossa trajetória histórica, a nossa configuração presente como base para pensarmos o nosso futuro. Uma profissão é algo dinâmico e construído cotidianamente por uma comunidade de interessados – docentes, pesquisadores, alunos, profissionais – e, portanto, algo que se altera com o tempo e com as transições econômicas, sociais e políticas por que passa o nosso país. Ou seja, a nossa profissão mudou muito, se ampliou, se desenvolveu, se interiorizou e ter uma caracterização de como ela se configura no presente, como se relaciona com esse complexo entorno social é fundamental para tanto para o Conselho, que é a autarquia que a orienta, acompanha e fiscaliza, como para a sociedade, que é a principal beneficiária do desenvolvimento da Psicologia.
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O presente livro surgiu com o intuito de agregar os trabalhos desenvolvidos no Programa de Pós-graduação em Psicologia Social do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGPS/UERJ), com diversas perspectivas teóricas e práticas em pesquisa. Essa diversidade, caracterizada pela inovação, identi ca as nossas formulações acadêmicas cotidianas. Nesse sentido, publicar é uma forma de divulgar e criar diálogo com vários interessados em fazer pesquisa em Psicologia, visando à constante re exão teórica e à emancipação, principalmente da população diversa que participa de nossas pesquisas. Temas relevantes da Psicologia são abordados por colaboradores nacionais e internacionais, discutindo aspectos relacionais, institucionais e metodológicos. Este livro é o produto de uma seleção criteriosa para representar os estudos originais e inéditos de revisão de literatura, os estudos teóricos e os empíricos. Foi preciso um intenso trabalho conjunto, liderado pelas organizadoras com a participação dos pareceristas e dos autores. Como um desa- o de elaboração durante a pandemia, foi possível o encontro mediado pelo virtual, o que marcou a nossa experiência como um momento de criação. Você, leitor, pela leitura dos capítulos poderá perceber as várias formas de produzir conhecimento na Psicologia. Esperamos que este livro seja uma fonte de inspiração!
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