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Resultados 5 recursos
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Jedan od mogućih načina proučavanja istorije psihologije i psihijatrije može se pronaći u Fukoovim radovima o upravljaštvu (eng. governmentality). Prateći njegov rad, generalno bismo mogli da izdvojimo dva velika istorijska okvira: 1) pojavu tehnika upravljanja koje su zasnovane na disciplini (nazvane Policijska Država) u XVI veku i 2) nove liberalne tehnike upravljanja koje su se pojavljivale od XVII veka pa nadalje. Psihologija je odigrala veoma važnu ulogu u razvoju ovih poslednjih, naročito od samog početka XX veka, i to posebno u procesu oblikovanja demokratskih društava. Psihologija operiše ne samo kroz disciplinovanje individua već, takođe i pre svega, kroz njihovu slobodu i aktivnost. Naš specifični cilj u ovom tekstu biće da evaluiramo italijanski i brazilski pokret reforme psihijatrije. Naša analiza biće sprovedena tako što ćemo se se oslanjati na proučavanje koncepata građanstva i slobode, onako kako su oni prisutni u zakonima, zvaničnim dokumentima, nekim akademskim tekstovima i praksama, a imajući u vidu vrste i stilove upravljaštva za koje se pretpostavlja da postoje u tim diskursima i praksama. Naša hipoteza biće da u ovim procesima istovremeno postoje stari disciplinarni procesi zajedno sa procesima otpora prema njima, s jedne strane, a nove liberalne forme upravljanja, s druge strane.
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A partir do trabalho genealógico de Foucault sobre as práticas de governo, entendidas como formas de condução da conduta alheia, abre-se um campo possível para o estudo do surgimento e das transformações dos saberes psicológicos e psiquiátricos. Aqui teríamos dois marcos: 1) no século XVI, surgem técnicas de governo baseadas no disciplinamento, o “Estado de polícia”; e 2) no século XVIII novas tecnologias de governo em referências liberais. Neste último marco, a psicologia passa a ter especial importância no século XX, atuando especificamente em sociedades democráticas. Não somente através da disciplinarização dos indivíduos, mas principalmente através da liberdade e da atividade destes. Nosso objetivo é avaliar as práticas e conceitos de cidadania e liberdade no contexto de alguns processos de Reforma Psiquiátrica, especialmente a italiana e a brasileira. Para tal, sustentamos a hipótese de que co-existem neste campo não apenas os antigos dispositivos disciplinares e a resistência a estes, mas modos liberais de gestão.
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A partir do trabalho genealógico de Foucault sobre as práticas de governo, entendidas como formas de condução da conduta alheia, abre-se um campo possível para o estudo do surgimento e das transformações dos saberes psicológicos e psiquiátricos. Aqui teríamos dois marcos: 1) no século XVI, surgem técnicas de governo baseadas no disciplinamento, o “Estado de polícia”; e 2) no século XVIII, novas tecnologias de governo em referências liberais. Neste último marco, a psicologia passa a ter especial importância no século XX, atuando especificamente em sociedades democráticas, não somente através da disciplinarização dos indivíduos, mas principalmente através da liberdade e da atividade destes. Nosso objetivo é avaliar as práticas e conceitos de cidadania e liberdade no contexto de alguns processos de Reforma Psiquiátrica, especialmente a italiana e a brasileira. Para tal, sustentamos a hipótese de que co-existem neste campo não apenas os antigos dispositivos disciplinares e a resistência a estes, mas modos liberais de gestão.
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A noção de indivíduo é historicamente constituída. O objetivo deste estudo é mostrar quais foram as condições históricas que possibilitaram o surgimento do indivíduo e sua tomada como valor mais precioso na sociedade moderna, e como a invenção do indivíduo ocupa um lugar relevante na história do surgimento da psicologia. Atravessaremos a Antigüidade, a constituição dos Estados Modernos e a proliferação das técnicas disciplinares para construir uma história da noção de indivíduo. A experiência de individualização a que chegamos marca toda a prática psicológica, a qual oscila entre a busca de autonomia e de controle dos seus sujeitos. Sem essa dicotomia moderna – indivíduo autônomo x controlado – talvez nem houvesse psicologia, pois uma vez que o indivíduo fosse pensado unicamente como autônomo não poderíamos tomá-lo como objeto de estudo; ao passo que se houvesse apenas determinações, cairíamos no fatalismo e não seria necessária nenhuma intervenção psicológica.
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Autor
Tipo de recurso
Ano de publicação
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Entre 2000 e 2026
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Entre 2000 e 2009
(1)
- 2006 (1)
- Entre 2010 e 2019 (4)
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Entre 2000 e 2009
(1)