A sua pesquisa

  • O artigo apresenta a história da criação e revisão do Código de Ética Profissional do Psicólogo (CEPP), com ênfase nas discussões e deliberações tomadas nos Congressos Nacionais da Psicologia (CNP), Fórum de Ética, sessões Plenárias e Assembleias do Sistema Conselhos de Psicologia. Foram incluídos neste resgate histórico novos elementos sobre a origem do Código e sobre o contexto sócio-político vivenciado pelo país e pela profissão à época de cada revisão. Informações advindas de artigos disponíveis em bases de dados científicas, publicações e documentos internos dos Conselhos, indicam que o texto do Código se tornou mais generalista do que as versões anteriores, passível de aplicação em contextos variados de atuação, e que a escuta das(os) psicólogas(os) foi importante para suas modificações ao longo do tempo.

  • Este artigo historiciza aspectos da recepção e circulação da Análise do Comportamento no Brasil a partir da tradução do livro Science and Human Behavior (S&HB) em português brasileiro. Foram utilizadas como fontes textuais primárias biografias e autobiografias publicadas, trocas epistolares e entrevistas de personagens da referida história. Fontes secundárias também foram utilizadas. Nos Estados Unidos da América (EUA), uma nação com longa tradição de psicologia experimental, o S&HB foi desenvolvido como recurso didático, mas ficou conhecido e disseminado principalmente por sua exposição abrangente de uma ciência do comportamento humano. No Brasil, sua apropriação por meio da tradução, que ocorreu na primeira metade da década de 1960, ainda que também tivesse um fim didático, foi importante para ajudar a consolidar a importância da fundamentação experimental de uma ciência do comportamento no contexto de criação da nova profissão de psicólogo que se consolidava no país. S&HB foi um marco no desenvolvimento da Análise do Comportamento nos EUA e no Brasil, mas o processo de apropriação do livro no Brasil teve conformações próprias no contexto do nosso país.

  • “Methodological behaviorism” is a term that frequently appears in the behavioristic literature, but one accompanied by considerable semantic confusion: the term is used to denote very different theoretical positions and the authors classified as methodological behaviorists are many and various. In order to understand the polysemic character of this term, we propose a historical analysis of its origins and development in the literature from the 50 years following its first appearance in 1923. The results reveal that it has been used by authors as diverse as Karl Lashley, B. F. Skinner, Herbert Feigl, and Gustav Bergmann. Moreover, it has been defined in terms of two central features (one a methodological assumption and the other a metaphysical one) and used to demarcate positive and negative forms of behaviorism, depending on how each author has understood those features and forms. We conclude that the term’s polysemic character and different uses can be traced back to its roots in the 1920s, which helps us to understand the semantic confusion in the contemporary literature.

Última atualização da base de dados: 21/04/2026 00:01 (UTC)