A sua pesquisa
Resultados 38 recursos
-
Studies of the history of Brazilian psychology generally focus on the reception and circulation of Western psychological theories and techniques and their application in research and practice within the country. This approach must be complemented by studying the transformation and production of psychological knowledge originating in Brazilian culture, including its popular levels, and its interaction with imported ideas. There are at least four sources that participate in the formation of Brazilian culture: the native Indians’ ideas on human nature and development; the contributions of African culture to the understanding of the psychological world brought by the Africans sold into slavery and transferred to Brazil between the 16th and the 19th centuries; European views received through the teaching of philosophical psychology, introduced into Catholic educational institutions in colonial times; and scientific psychology, introduced into public medical schools and teacher training institutions from the 19th century onward. The profession of psychologist, born of the confluence of the professions of physician and educator, was regulated in 1962. The tasks of the psychologist were then defined: psychological evaluation through mental tests and the diagnosis of mental and behavioral troubles, psychological guidance, and psychotherapy. The profession was primarily designed for the intellectual and social elites. From the 1990s onward, with the increasing numbers of graduates, the participation of psychologists in public health, education, and social services institutions expanded rapidly. In consequence, psychologists began to develop intervention practices and techniques more fitted to the demands of the low-income population, immersed in the beliefs and practices of Brazilian popular culture. This dialogue contributed to the construction of innovations in psychology, making it more sensitive to the worldviews arising from the cultures that compose the Brazilian cultural landscape and producing original contributions with a profound impact on modern psychology. Today, Brazilian psychology professionals constitute one of the largest communities of psychologists in the world, with a strong presence in mental health, educational, and social services networks. The work of psychologists, strongly influenced by theoretical perspectives that emphasize the relationship between sociocultural dynamics and psychological elaboration, is at present considered relevant in the realization of human rights ideals.
-
As diretrizes que regulam a ética na pesquisa com seres humanos no Brasil, em especial no que se refere às áreas das ciências humanas e sociais e às ciências da educação, são analisadas em suas relações com a bioética e as ciências da vida. As dificuldades levantadas por pesquisadores da área de humanas no diálogo com os comitês de ética interdisciplinares são consideradas, inclusive a possibilidade de desvincular a autorização da pesquisa nessas áreas do sistema CEPs-CONEP, sistema nacional de Comitês de Ética na Pesquisa gerido pelo Conselho Nacional de Saúde. Argumenta-se, contudo, que o foco principal do sistema da ética na pesquisa é a proteção da saúde física e mental dos participantes, o que configura uma questão afeita à bioética e à área da saúde, de maneira ampla, como processo biopsicossocial. Observa-se também que as técnicas de coleta de dados desenvolvidas pelas ciências humanas e sociais (entrevistas, questionários, observações participantes ou não) são também utilizadas pelas ciências da vida. Essas considerações indicam que o diálogo entre as áreas, propiciado pela composição de Comitês de Ética interdisciplinares, é salutar e necessário ao bom funcionamento do sistema, em que pese a possibilidade, admitida na legislação, da existência de comitês específicos para o julgamento da ética na pesquisa em ciências humanas e sociais. Propõe-se que novas pesquisas sejam feitas para o acompanhamento do funcionamento dos comitês de ética em universidades e instituições de pesquisa visando ao aprimoramento do sistema de regulação.
-
Esta pesquisa tem o propósito de investigar a circulação, recepção e apropriação dos conceitos teóricos da Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural, a Experiência da Aprendizagem Mediada e do Programa de Enriquecimento Instrumental, elaborados pelo Psicólogo israelense nascido na Romênia, Reuven Feuerstein (19212014), no ideário científico da psicologia e da educação brasileiras. Partindo da premissa de que as habilidades cognitivas humanas podem ser modificadas através da dinâmica interpessoal, Feuerstein dedicouse à promoção do desenvolvimento cognitivo e socioemocional de pessoas com privação cultural e dificuldades de aprendizagem. Suas propostas teóricas têm sido aplicadas com sucesso, em diversos países. A investigação é pautada na revisão sistemática da literatura de natureza quantitativa e qualitativa, sob meta análise dos dados referente à circulação e implicações dos conceitos utilizados no Brasil, de modo a analisar quais têm sido os resultados relatados na literatura, quais releituras e transformações nos conceitos e procedimentos originais do autor têm sido construídos no contexto brasileiro. O pressuposto é que as teorias científicas, ao circular em diferentes contextos, passam por processos de apropriação que podem resultar em inovações e na elaboração de novas direções de pesquisa. Os estudos em questão utilizam a teoria, conceitos e procedimentos pedagógicos propostos por Feuerstein, em especial a Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural, os critérios que definem a Experiência da Aprendizagem Mediada e o Programa de Enriquecimento Instrumental, concebidos pelo autor. A partir de uma busca ampla nas bases de dados Google Acadêmico e Periódicos CAPES foram encontrados 199 estudos, publicados no Brasil entre 1994 e 2021, sendo 98 artigos, 17 teses de Doutorado, 38 dissertações de Mestrado e 46 publicações acadêmicas diversas. Os principais conceitos de Feuerstein utilizados nas publicações são aqueles relacionados à aplicação da Experiência da Aprendizagem Mediada (EAM), à fundamentação teórica de práticas pedagógicas, à Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural e ao uso do Programa de Enriquecimento Instrumental. Como comprovação da efetiva recepção e do crescimento de interfaces de suas teorias em comunicação com os estudos brasileiros, identificaramse 14 áreas de pesquisa nas quais se observou a presença das suas propostas teóricas. A análise qualitativa dos 77 estudos publicados mostram: 1) a teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada foi a mais presente nesses estudos, em ampla comunicação com as áreas educacionais abrangidas, de forma relevante e inovadora no campo das tecnologias de ensino e formação de professor; com destaque para 2) a expansão das condições da Modificabilidade Cognitiva; 3) a interlocução com uma diversidade de áreas de pesquisa, denotando a permeabilidade de sua obra; 4) resultados positivos e colaborativos nas interfaces encontradas; e 5) caráter universal de recepção das suas teorias. Este estudo alcança uma abrangência territorial e amplitude de campos educacionais que reconhecem a pertinência e a eficácia da aplicação dos instrumentos e teorias de Feuerstein, na melhora da aprendizagem, além de propiciar oportunidades para interrelacionar suas propostas à inovação sobre o ato de ensinar e aprender.
-
A proposta inovadora de uma nova área de pesquisa denominada Escolologia – a ciência da escola - iniciada pela psicóloga e educadora Helena Antipoff na Escola de Aperfeiçoamento de Professores de Belo Horizonte, nos anos de 1930, é examinada através de investigação documental. A Escolologia apoiava-se em conceitos da Psicologia da Criança e da Pedagogia Experimental, de Édouard Claparède, e no método de Experimentação Natural, de Alexander Lazursky, visando obter uma síntese objetiva das relações entre o desenvolvimento físico, mental e social dos escolares, suas origens sociais e as práticas culturais de suas famílias, os procedimentos pedagógicos adotados e o funcionamento institucional das escolas. Os estudos escolológicos permitiram identificar os fatores que influenciavam no aproveitamento escolar dos alunos, tais como: o alto índice de retenção no primeiro ano de escolarização, as condições de higiene e nutrição das crianças, o método pedagógico, a organização escolar e as condições socioeconômicas e culturais das famílias.
-
Esta tese tem como objetivo apresentar a história da separação que a psicóloga e educadora Helena Antipoff entreteve com seu filho único, Daniel, educando-o por meio de cartas semanais entre ela e ele, durante 9 anos, de1929 a 1938. O referencial teórico utilizado para trabalhar essa extensa correspondência executa uma espécie de fenomenologia sugerida por Husserl, acrescida dos cuidados que as críticas de Kant e de Marx postulam para a atividade teórica, levando também em consideração a literatura epistolar dos últimos séculos, como as recentes publicações das cartas entre Claparède e Antipoff e das de Freud a seus filhos. Quanto ao método, depois de uma leitura longitudinal das cerca de 700 cartas, ordenadas cronologicamente, selecionamos 58 de Helena Antipoff, distribuídas em três quadros (da infância, da adolescência e da juventude de Daniel), esquadrinhadas pelos temas tratados para, em seguida, apresentarmos algumas delas. Consideramos que os resultados obtidos oferecem aos estudiosos uma visão geral do conteúdo e da relevância desse acervo para o tratamento das relações de contraponto - a partir da escola - às limitações da família, porque nos remetem ao que de melhor oferecem a filosofia, a psicologia e a pedagogia de todos os tempos para conclusão da tarefa educativa. Sobre esse patamar, ergueu-se um tripé: a criação de uma escola nova, em Beauvallon, França, as cartas semanais e o escotismo, com o verniz da musicalidade. Os golpes de estado no Brasil(1930 e 1937) e a ascensão do nazismo na Europa, envolvem o conteúdo lírico e filosófico das cartas, tornadas testemunho vivo daqueles momentos históricos. Por sua vez, a então recente ação educativa de Antipoff, na Rússia dos primeiros anos da revolução de 1917, revela-se por escrito numa tradução informal de suas dúvidas e convicções. Os insistentes convites ao filho para se juntar a ela no atendimento à juventude encarcerada pelo sistema prisional mineiro sinalizam, naqueles anos de separação, sua inclinação pelos caminhos inclusivos da educação, a tônica de sua obra magistral. À guisa de conclusão, consideramos que nosso esforço trouxe à luz - como um convite - uma opção apaixonada pela arte de viver e pela arte de educar, sugerida naquela separação voluntária entre mãe e filho por quase meio milhar de semanas, unidos pelo laço delicado e íntimo de uma mesma quantidade de cartas mar a mar.
-
O artigo “L’expérience russe – L’éducation sociale des enfants” (Antipoff, 1924), reproduzido a seguir, foi escrito pela psicóloga e educadora russo-brasileira Helena Antipoff (1892-1974) e publicado na revista La Semaine Littéraire , em Genebra, em 1924. Trata-se de documento expressivo, original, uma espécie de documento-monumento, no sentido proposto por Zumthor (1960), peça histórica única, testemunho de uma época e de ações humanas empreendidas em um determinado contexto com sentido propositivo, destinado a se tornar um clássico para a posteridade. A narrativa é constituída por um relato de primeira mão sobre o projeto de educação social formulado na Rússia pelos bolcheviques nos primeiros anos após a revolução comunista de 1917 e seus desdobramentos, observados na aplicação prática dos princípios idealizados. Resulta de observação da autora como participante direta de instituições encarregadas de colocar em operação propostas educativas decorrentes das políticas implantadas no território russo naquele período conturbado, de grande instabilidade social. Período marcado também pelas tentativas nem sempre bem sucedidas de realizar os ideais revolucionários inspirados na crítica ao capitalismo formulada por Karl Marx e interpretada pela primeira geração de líderes bolcheviques.
-
Este artigo contextualiza a participação da psicóloga e educadora russo-brasileira Helena Antipoff no Movimento da Educação através da Arte no Brasil, que se configurou pela apropriação das ideias do inglês Herbert Read, influenciadas pelos princípios da Escola Nova e das vertentes artísticas modernistas que circularam internacionalmente desde fins do século XIX. Os resultados da análise de conteúdo em fontes primárias indicaram que a proposta de educação artística de Antipoff fundamentava-se na psicologia, no interesse dos alunos e na valorização do trabalho manual. Destaca-se o protagonismo de Antipoff em integrar a arte na educação com objetivo de conciliar o desenvolvimento psíquico, social e cultural dos alunos, com o apoio de uma rede de colaboradores, entre eles o artista Augusto Rodrigues, criador da Escolinha de Arte do Brasil (1948). Conclui-se que a concepção de Antipoff relaciona-se com a teoria histórico-cultural de Vigotski, que propunha ser tarefa básica da educação estética aproximar arte e vida.
-
As “Granjinhas” Escolares da Fazenda do Rosário, Ibirité, Minas Gerais, foram idealizadas pela psicóloga e professora Helena Antipoff (1892-1974) e pelo médico e professor de Ciências Naturais Henrique Marques Lisboa (1876-1967) e desenvolvidas a partir de 1957 como práticas pedagógicas integradas aos cursos de formação de especialistas em educação rural do Instituto Superior de Educação Rural – ISER, oferecidos na modalidade internato. Objetivava-se, por meios científicos, vivenciar o cotidiano das práticas rurais no currículo dos cursos, aonde realizavam-se estudos envolvendo diferentes saberes desenvolvidos numa propriedade rural, tais como: estudo do terreno disponibilizado para o plantio de hortas e vegetais, por exemplo. Por meio da análise e triangulação de fontes sobre o tema, na abordagem do estudo de caso, buscou-se tecer relações entre a proposta pedagógica das Granjinhas e a metodologia de projetos, divulgada no Brasil em meados do século XX. A maioria das fontes foram encontradas no Centro de Documentação e Pesquisa Helena Antipoff– CDPHA, quais sejam: jornais institucionais, como o Mensageiro Rural e Pequeno Mensageiro Rural; diários de ex-alunos; publicações do ISER como o relatório das Granjinha etc., bem como da publicação que explicita o Método de Projeto de Willian Heard Kilpatrick (1871- 1965) e o livro El Método de Proyectos en las escuelas rurales de Fernando Sáinz Ruiz (1891-1957). Investigaram-se possíveis interfaces entre os fundamentos e perspectivas teóricas do Método de Projeto nas práticas pedagógicas das Granjinhas. Verificou-se que tanto Kilpatrick, Fernando Sáinz, quanto Marques Lisboa e Antipoff, compartilhavam o desejo de transformar trajetórias humanas por meio de atividades reais, que estimulassem a autonomia dos aprendizes em suas próprias realidades. Apoiado nas perspectivas de interesse e esforço que fundamentavam as ideias funcionalistas de John Dewey (1859-1952), Kilpatrick apresenta o Método de Projeto em 1918 como uma proposta de materialização prática dessas ideias, afim de tornar a aprendizagem ativa e interessada. Ao conceber a atividade intencional em uma situação social, a unidade desta atividade, em ato interessado com um propósito, Kilpatrick opõe-se à artificialidade da escola tradicional e aproxima-a da realidade, numa perspectiva de educação ativa. Para Kilpatrick, um projeto teria uma finalidade real, que aconselharia os procedimentos de ensino e ofereceria motivações reais de aprendizagem. Seria um plano de trabalho que posicionaria o aluno, voluntariamente, em micro realidades, a partir de proposições e problemas vivenciados. Os dados demonstram que nas Granjinhas desenvolviam-se práticas pedagógicas em que se aproveitava ao máximo os recursos ambientais. Havia protagonismo nas ações dos estudantes para a resolução dos problemas rurícolas, demarcavam-se terrenos disponibilizados para que pudessem estudá-los, extrair deles as possibilidades de reflexões e convívio social capazes de subsidiarem trocas de conhecimentos e novos aprendizados. As práticas pedagógicas envolviam problemas da própria vida como procedimento escolar, na medida em que as ações educativas se associavam às atividades habituais da comunidade. Conclui-se que nesses espaços desenvolvia-se uma formação integral, em regime de colaboração entre os membros de uma dada comunidade, que se aproximam dos pressupostos da educação renovada, de perspectiva progressista de vertente norte-americana, da qual Dewey e Kilpatrick são representantes, tanto quanto da vertente europeia, especialmente do Instituto Jean-Jacques Rousseau onde Helena Antipoff formou-se e atuou, tornando-se dela divulgadora.
-
Aspectos da circulação e apropriação de ideias e propostas escolanovistas no Brasil são apresentados, por meio do trabalho realizado pela psicóloga e educadora russo-brasileira Helena Antipoff nos cursos de formação para professores do Complexo Educacional da Fazenda do Rosário, em Ibirité, Minas Gerais, no período de 1948 a 1974. Foram coletados depoimentos de ex-alunas encontrados em cadernos de diários arquivados na Fundação Helena Antipoff, em Ibirité/MG, e realizadas entrevistas com ex-participantes dos cursos. Verificou-se que o processo de circulação e recepção de conhecimentos científicos em educação nessa instituição estava sustentado em princípios da Escola Nova e métodos da Escola Ativa, enfatizando a relação teoria-prática, a tomada de decisões com base na observação dos educandos e da situação de ensino, o trabalho em grupo e o self-government. Esses conhecimentos provinham de experiências vivenciadas na Europa pela educadora, e inspiraram a elaboração de propostas educativas originais e adaptadas à realidade encontrada no Brasil.
-
This book presents a collection of studies on the circulation of Jean Piaget's ideas and works between Europe and Latin America, and how this transnational legacy influenced different fields of research and practice, such as psychology, education and philosophy. The volume brings together contributions presented at the International Colloquium Jean Piaget in Brazil and Latin America, held during the 38th Annual Helena Antipoff Meeting, organized by the Federal University of Minas Gerais, Brazil, in collaboration with the University of Geneva, Switzerland. The book is organized in three parts. Chapters in the first part analyze Piaget's role as a builder of an international network in psychology, education and peace promotion in the 20th century, with a special focus on the circulation of his ideas and works between Switzerland and France. The second part focuses on historical and contemporary dialogues, conflicts and controversies between Piaget and other authors, such as Henri Wallon, Carl Rogers, Jürgen Habermas, and, especially, Helena Antipoff, the Russian-Brazilian psychologist and educator who was one of the first researchers to introduce Piaget in Brazil and to establish a bridge between Latin America and the Geneva school of psychological and educational sciences. Finally, chapters in the third part of the book explore different aspects of the reception and appropriation of Piaget's works and ideas in the Brazilian context. The Transnational Legacy of Jean Piaget: A View from the 21st Century will be of interest to researchers in different fields within the human and social sciences, such as developmental, educational and school psychologists; educators; philosophers and historians of psychology and education interested in understanding how Piaget's progressist ideas have contributed to the development of psychological and educational sciences in Europe and Latin America.Some chapters ofthis book were originally written in Portuguese and French and translated into English with the help of artificial intelligence. A subsequent human revision was done primarily in terms of content.
-
O método de ensino do desenho para crianças da arte-educadora Louise Artus-Perrelet foi sistematizado no livro Le Dessin au Service de l’Éducation, traduzido e publicado no Brasil em 1930, quando a autora visitou o país para conferências. O trabalho de Artus-Perrelet é analisado como proposta de educação estética na formação de professores primários, relacionando-o aos princípios modernistas na arte e ao movimento da Escola Nova. Artus-Perrelet dialoga com processos pedagógicos e de criação de Paul Klee e Wassily Kandinsky, professores na Escola Bauhaus, e com a pedagogia ativa genebrina. Seu método foi apropriado no contexto brasileiro por meio de relatos da poeta Cecília Meireles publicados no Rio de Janeiro, e no trabalho de seu aluno Jean-Pierre Chabloz, artista plástico e educador.
Explorar
Autor
Tipo de recurso
- Artigo de periódico (6)
- Livro (3)
- Seção de livro (18)
- Tese (11)