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O presente volume da coleção Psicologia Social se propõe este trabalho sério e radical: passar a limpo o campo da disciplina para saber de suas origens, criticar seus pressupostos e compreender melhor sua missão. Os autores refletem sobre as tendências atuais em Psicologia Social, seus dilemas teóricos e metodológicos e as perspectivas que se desenham para esta área. Repensam as dimensões teóricas, epistemológicas e éticas dos diferentes paradigmas do social, perguntando-se, ao mesmo tempo, que novos sinais se fazem presentes a partir do contexto latino-americano e que são úteis para o progresso da disciplina.
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L’organisation des classes homogènes selon le niveau de développement mental des élèves et celle des classes spéciales pour les enfants en retard scolaire eut lieu dans les écoles élémentaires de Belo Horizonte, au Brésil, pendant les années de 1930, dans le cadre d’une réforme du système d’éducation, à laquelle participèrent des spécialistes étrangers, et en spécial la psychologue russe Helena Antipoff (1892–1974). Le projet des classes spéciales alors établies et leurs transformations dans le contexte brésilien sont étudiés à partir de données documentaires publiées entre 1930 et 1940. Née en Russie, Antipoff a fait des études supérieures en France (1910–1911), comme stagiaire dans le laboratoire Binet-Simon, et à Genève (1912–1914), à l’Institut Jean-Jacques Rousseau, où elle exerça ultérieurement les fonctions d’assistante d’Édouard Claparède (1926–1929). Notre hypothèse est que les classes spéciales créées à Belo Horizonte le furent sur le modèle genevois, et constituèrent un important exemple de circulation et diffusion de connaissances au niveau international, ainsi que de construction de repères dans le domaine de l’éducation spéciale au Brésil. Ainsi, la division des classes par niveau intellectuel mesuré par des tests d’intelligence, l’idée de “l’école sur mesure” proposée par Claparède, le dialogue avec les méthodes suggérées par Alice Descouedres démontrent les relations avec le modèle genevois. En même temps, l’interprétation des résultats des tests comme manifestation d’une forme d’ “intelligence civilisée” et les adaptations des exercices d’orthopédie mentale pour développer cette intelligence demandée par l’école montrent les transformations du modèle dans le contexte brésilien.
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Este texto apresenta um estudo realizado em duas escolas de ensino fundamental de Belo Horizonte. Em cada escola participaram do estudo uma turma do 5º ano, considerada mais agitada, e uma de suas professoras. O estudo consistiu na implementação de uma intervenção de carácter dialógico e filosófico em sessões inspiradas no programa Filosofia para Crianças, que notadamente melhora o pensamento, habilidades de comunicação e competência social. Pretendeu-se observar se a intervenção tinha algum impacto na atitude agitada dos alunos. Foram recolhidos dados por meio de observações e questionários antes e depois da intervenção. Os resultados foram comparados e analisados sob quatro ângulos: disciplina, autoestima, criatividade e opinião sobre aprender a pensar bem. Apenas a avaliação da criatividade mostrou mudança negativa. Considerando o debate uma ferramenta pedagógica poderosa, cogita-se sobre o aumento da sua utilização em sala de aula e seu impacto na socialização e comunicação e possíveis consequências para o rendimento escolar.
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O artigo analisa a recepção da obra de Alfred Binet e a introdução dos testes de inteligência no Brasil, nas primeiras décadas do século XX. São focalizados autores que, no diálogo com a obra do psicólogo francês, produziram críticas à interpretação das medidas da inteligência no sistema educacional, ou enfrentaram resistências para o uso dos testes nas escolas. Destacam-se três autores: Manoel Bomfim, diretor do Pedagogium/RJ, responsável pela introdução da obra de Binet no Brasil; Maria Lacerda de Moura, líder anarquista e professora da Escola Normal de Barbacena; e Helena Antipoff, psicóloga russa que propôs o conceito de ‘inteligência civilizada’ para descrever o efeito da cultura nos resultados dos testes realizados com crianças de escolas mineiras nos anos de 1930.
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