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Organizado e traduzido direto do alemão pelo Professor Saulo de Freitas Araujo, o primeiro volume é dedicado a Wihelm Wundt, trazendo dois textos centrais para a compreensão de seu projeto de uma ciência psicológica. Ao trazer esses textos pela primeira vez para o português, o volume agrega à coleção um grande valor para o ensino e a pesquisa em psicologia. Principais vantagens: Contextualização dos argumentos e ideias visando à ampliação do conhecimento psicológico e à integração do passado ao presente; Apoio à reflexão sobre os fundamentos da psicologia e à construção crítica do conhecimento psicológico.
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Apesar de pouco enfatizado na historiografia da psicologia, o século XVIII apresenta uma imensa riqueza de discussões fundamentais para a psicologia. Esse é o caso da obra principal de Tetens, Philosophische versuche über die menschliche natur und ihre entwickelung (1777). O objetivo do presente artigo é descrever as principais características do objeto e do método de investigação psicológica nessa obra. Em nossa análise, verificamos que, embora seja uma disciplina filosófica, a psicologia é um campo específico de conhecimento que se baseia no auto-sentimento. Além disso, apontamos algumas evidências textuais para sustentar a tese de que a psicologia empírica é, segundo Tetens, propedêutica à metafísica.
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Tema de interesse durante os séculos XVIII e XIX, assim como início do século XX, os chamados fenômenos psíquicos reuniram os esforços de boa parte da elite intelectual da época, principalmente no que diz respeito aos estudos da consciência. Figura importante que integrou esses debates foi William James, um dos fundadores da psicologia norte americana. Em um primeiro momento, ele recorre a Janet e à Escola Francesa tomando por base a ideia do automatismo psíquico e da dissociação da consciência. Seu interesse pelos fenômenos relativos ao self dos indivíduos levou-o, entretanto, aos estados alterados de consciência, nos quais a pessoa seria capaz de ultrapassar o poder de síntese da consciência que lhes é constitucional. Desse modo, James passa a recorrer a Myers e à sua teoria do self subliminar, que aponta para a possibilidade de um espectro psíquico transcendente. Abrir-se-iam, assim, possibilidades para o estudo dos fenômenos psíquicos, bem como das experiências religiosas e místicas, principalmente da mediunidade que, a partir da ideia do self subliminar, fugiria ao domínio do patológico. Tendo em vista o que foi apontado, o presente estudo busca compreender o self e suas alterações em James, através de uma análise conceitual, levando em consideração as publicações psicológicas do autor sobre o assunto.
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A proposta desta dissertação é de apresentar as principais discussões sobre o status do campo de conhecimento psicológico a partir da visão e das contribuições do filósofo da ciência e psicólogo norte-americano Sigmund Koch (1917-1996). Para isso, foram analisados os principais conceitos e argumentos apresentados por Koch em sua discussão sobre a produção de conhecimento da psicologia no século XX. Durante a realização desse estudo utilizou-se como fonte de análise todas as publicações de Koch relativas a essa temática. Além disso, com intuito de contextualização do tema e da perspectiva do autor, foram consultadas fontes secundárias, artigos publicados por autores que discutem o mesmo tema no contexto de Koch e outros que fazem referência a seu trabalho. Diante disso, as discussões que permeiam o trabalho tratam dos argumentos apresentados por Koch para justificar sua avaliação do campo de conhecimento psicológico e de sua proposta de chamar a psicologia de estudos psicológicos, o que para ele, é uma forma de definição mais honesta e coerente do campo.
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Objective: The mind-brain problem (MBP) has marked implications for psychiatry, but has been poorly discussed in the psychiatric literature. This paper evaluates the presentation of the MBP in the three leading general psychiatry journals during the last 20 years. Methods: Systematic review of articles on the MBP published in the three general psychiatry journals with the highest impact factor from 1995 to 2015. The content of these articles was analyzed and discussed in the light of contemporary debates on the MBP. Results: Twenty-three papers, usually written by prestigious authors, explicitly discussed the MBP and received many citations (mean = 130). The two main categories were critiques of dualism and defenses of physicalism (mind as a brain product). These papers revealed several misrepresentations of theoretical positions and lacked relevant contemporary literature. Without further discussion or evidence, they presented the MBP as solved, dualism as an old-fashioned or superstitious idea, and physicalism as the only rational and empirically confirmed option. Conclusion: The MBP has not been properly presented and discussed in the three leading psychiatric journals in the last 20 years. The few articles on the topic have been highly cited, but reveal misrepresentations and lack of careful philosophical discussion, as well as a strong bias against dualism and toward a materialist/physicalist approach to psychiatry.
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