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Este artigo tem a finalidade de expor o percurso histórico da Psicologia no Brasil na perspectiva da tridimensionalidade do tempo, entendendo que a apreensão de sua concreticidade implica a compreensão do passado, que estrutura o presente e se projeta para o futuro. A compreensão da historicidade da Psicologia no Brasil como construção social, neste texto, tem como foco a análise das contradições que estiveram presentes nos diversos períodos, como condição para a compreensão das possibilidades de superação que permitiram saltos de qualidade no desenvolvimento da Psicologia, quer como conhecimento, quer como prática. Serão apresentadas, para cada período da história da Psicologia no Brasil, uma breve descrição de suas características e a análise de algumas produções, sejam elas teóricas, sejam práticas, que revelam suas contradições, sobretudo o confronto das concepções coexistentes em um mesmo tempo histórico, que demonstram o processo constitutivo dos saberes psicológicos e da Psicologia no Brasil a partir de distintos posicionamentos sociopolíticos e epistemológicos. Busca-se contribuir para a compreensão da constituição da Psicologia no Brasil a partir da dinâmica engendrada pelas e nas contradições históricas dessa área do saber, entendida como construção eminentemente social.
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Este artigo tem a finalidade de expor o percurso histórico da Psicologia no Brasil na perspectiva da tridimensionalidade do tempo, entendendo que a apreensão de sua concreticidade implica a compreensão do passado, que estrutura o presente e se projeta para o futuro. A compreensão da historicidade da Psicologia no Brasil como construção social, neste texto, tem como foco a análise das contradições que estiveram presentes nos diversos períodos, como condição para a compreensão das possibilidades de superação que permitiram saltos de qualidade no desenvolvimento da Psicologia, quer como conhecimento, quer como prática. Serão apresentadas, para cada período da história da Psicologia no Brasil, uma breve descrição de suas características e a análise de algumas produções, sejam elas teóricas, sejam práticas, que revelam suas contradições, sobretudo o confronto das concepções coexistentes em um mesmo tempo histórico, que demonstram o processo constitutivo dos saberes psicológicos e da Psicologia no Brasil a partir de distintos posicionamentos sociopolíticos e epistemológicos. Busca-se contribuir para a compreensão da constituição da Psicologia no Brasil a partir da dinâmica engendrada pelas e nas contradições históricas dessa área do saber, entendida como construção eminentemente social.
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Por volta do ano de 1907, Alfred Adler descreveu pela primeira vez o conceito de compensação ao expor sua teoria sobre o sentimento de inferioridade. Para ele, o estudo sobre a compensação psíquica foi o ponto de partida para novas questões sobre as relações entre indivíduo, família, sociedade, corpo e alma no âmbito da psicologia individual. No que se refere especificamente à deficiência, pode-se dizer que sua teoria permitiu criar novos caminhos para que fossem superadas as concepções pautadas na perspectiva da insuficiência, para se pensar em uma relação desenvolvimento-aprendizagem mais efetiva. Para tanto, objetiva-se, neste artigo, baseado em pesquisa de cunho histórico, de natureza documental, tendo como principal fonte de dados os escritos de Adler, apoiados por alguns de seus comentadores, apresentar um estudo sobre a teoria adleriana, o conceito de compensação e sua importância para a psicologia da educação, particularmente no que diz respeito à compreensão da deficiência e à intervenção pedagógica.
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Esta pesquisa é uma investigação histórica, de cunho bibliográfico, que busca contribuir para a construção de uma história do suicídio no Brasil, a partir do papel que teve a educação em relação a tal fenômeno. O período estudado circunscreve-se àquele em que essas terras eram colônia portuguesa. O período colonial estruturou-se sobre o escravagismo e teve como principal forma de educação aquela promovida pelas ordens religiosas, principalmente pela Companhia de Jesus, além disso, toma-se aqui a educação em sentido amplo, sem restringir-se a seu aspecto formal. Tal educação religiosa tinha o objetivo de controlar a vida e a morte de colonos e escravos. Tanto os indígenas quanto os africanos que foram escravizados, tinham tradições culturais e religiosas bastante diferentes das europeias, o que fazia com que se relacionassem de formas diferentes com a morte. Com isso, frente aos excessos cometidos pelos colonizadores e o fato de comumente esses escravos morrerem devido ao sobretrabalho a que eram expostos, tornou-se fato comum entre esses trabalhadores escravizados darse voluntariamente à morte, tanto para escapar ao destino de uma vida curta, cheia de sofrimentos, como para prejudicar aos senhores de escravos ou para fugir de castigos ou da separação dos familiares e amigos. A igreja católica teve um papel fundamental nesse processo, o de inculcar nesses indivíduos a culpa e o medo relacionados à morte voluntaria, fato que permitia uma forte entrada da igreja no controle da colônia e a exploração mais acirrada por parte dos senhores a seus escravos. Esses ensinamentos eram transmitidos através dos sermões e orações proferidos publicamente pelos sacerdotes, mas também em outras situações, como sermões impressos e confissões. Os Tratados de Teologia Moral muitas vezes dedicavam algumas páginas à questão da morte voluntária e da forma como deveria o religioso lidar com ela. Todos os elementos aqui expostos, de maneira mais abrangente e pormenorizada são analisados neste trabalho. As fontes documentais são os já mencionados sermões e tratados, além de textos de época que possam contribuir para a contextualização do fenômeno tanto no momento estudado quanto na história precedente ajudando em sua melhor compreensão. Os documentos são analisados a partir de uma perspectiva marxista em História da Psicologia e da Psicologia Histórico-cultural
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No início do século XIX, Jean Marc-Gaspard Itard, realizou intervenções pedagógicas com um menino encontrado nos bosques do sul da França. Dessas experiências foram redigidos dois relatórios. Tomando-os como base, o objetivo central deste artigo é relatar uma pesquisa histórica, de base documental, que discute as contribuições de Itard sobre as relações entre educação, aprendizagem e desenvolvimento na constituição do homem como ser histórico e cultural. Buscou-se articular três diferentes níveis de análise: o nível interno, que se refere aos conceitos, pressupostos e métodos, relacionados à obra de Itard; a base epistêmico-metodológica adotada pelo autor e a articulação entre seu trabalho e a realidade histórico-social em que viveu. Por meio de sua obra é possível refletir, entre outras questões, sobre a fragilidade e a importância do vínculo entre educando e educador, as concepções do educador que determinam sua prática pedagógica e como a comunicação se faz presente nos processos educativos.
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O presente artigo objetiva apresentar dados sobre como as professoras e as alunas se recordam e interpretam o IEEP em seus vários aspectos. O referencial teórico-metodológico está assentado nos estudos de Bosi. Foi realizada, primeiramente, uma pesquisa documental, com a finalidade de ancorar as narrativas dos sujeitos, professoras e alunas do IEEP; em seguida, foram coletados os dados sobre como as professoras se recordam e interpretam o IEEP em seus vários aspectos, a partir de entrevistas semiestruturadas. Os resultados demonstram que o IEEP era um espaço de estudo, que visava garantir rigorosamente a aprendizagem dos conteúdos, mas também era um espaço alegre de convívio. È importante destacar que as entrevistadas se mostram saudosas do clima educacional do IEEP posto que a escola proporcionou a elas formação de qualidade, que lhes permitiu ingressar no mercado de trabalho com condições de bem exercê-la, bem como proporcionou conteúdos articulados com a prática, lazer, inserção cultural e amizades, enfim, uma formação completa, tão propalada nas teorias educacionais em voga.
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